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Óleo de coco ajuda a emagrecer

saiba como o alimento, que pode substituir a manteiga no pão, auxilia na perda de peso e previne doenças cardiovasculares
Ele é excelente para a saúde, pode ajudar no emagrecimento e na redução de medidas e ainda tem um gostinho bom! Mesmo assim, pouca gente usa, até porque desconhece suas poderosas propriedades.
“O óleo de coco é um alimento funcional, rico em antioxidantes, que apresenta uma série de benefícios para o organismo. Entre eles: prevenção de doenças cardiovasculares, auxílio no emagrecimento, redução das taxas de colesterol, ação antifúngica (auxiliando no tratamento de candidíase e gastrite bacteriana) e fortalecimento da imunidade”, enumera a nutricionista Thais Souza, da Rede Mundo Verde.
Ele pode ser extraído tanto do coco fresco quanto do seco, sendo dividido em duas categorias: refinado e extra virgem.
"O extra virgem é uma fonte interessante de triglicerídeos de cadeia média (TCM), amplamente utilizados em tratamentos de síndromes de má absorção, devido à sua rápida absorção e solubilidade. O TCM apresenta um comportamento especial no organismo quando comparados à outras gorduras. São facilmente absorvidos e transformados em energia no fígado, não se acumulando como gordura", completa Patrícia Bertolucci, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição, de São Paulo.
Encontrado em lojas de alimentos naturais, se apresenta em forma sólida. É saboroso e pode ser passado no pão, substituindo a manteiga, ou misturado a frutas no café da manhã. Em sua composição são encontrados ômegas 6 e 9, porém é formado em sua maior parte por ácido láurico, de cadeia média, e outros ácidos graxos.
“São óleos essenciais que ajudam a acelerar o metabolismo e auxiliam a queima de gordura corporal”, diz o endocrinologista e nutrólogo João César Castro Soares, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O médico lembra, porém, que para surtir efeito o consumo deve estar associado à prática regular de atividade física.
Leia mais sobre os benefícios do coco
Outro ponto que contribui para a boa forma: esse óleo promove a saciedade. “Como é uma gordura, retarda o esvaziamento gástrico e a velocidade com que os alimentos passam do estômago para o intestino”, explica a nutricionista Thais Souza.
Ele também é fonte de triglicerídeos de cadeia média, um tipo especial de gordura, sem colesterol, que é rapidamente absorvida e transportada para o fígado, onde é transformada em energia, não se acumulando como gordura. “O produto atua como auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares, pois age na redução dos níveis de colesterol total, LDL, VLDL e triglicerídeos e aumenta as taxas de HDL, o chamado bom colesterol”, diz a nutricionista Thais Souza.
Segundo os especialistas, até mesmo diabéticos, hipertensos e obesos podem consumi-lo, nas quantidades recomendadas, pois se trata de um óleo saudável.
“O consumo deve ser em torno de duas colheres de sopa por dia. Não mais do que isso, devido a seu valor calórico”, alerta o endocrinologista João César. A inclusão na dieta, inclusive, deve ser gradual. “Comece com uma pequena quantidade: 1/2 colher de sopa ao dia. O excesso pode ocasionar diarreia, enjôo e mal-estar”, explica a nutricionista.
Mais benefícios
Rico em vitamina E, o óleo de coco ainda combate bactérias patogênicas e fungos intestinais. "Os componentes da gordura de coco exercem um papel fundamental na função intestinal, auxiliando tanto em casos de diarréias como constipação. Já o ácido láurico, também presente na fórmula, ajuda a eliminar bactérias patogênicas do intestino, favorecendo o crescimento da flora intestinal benéfica. Porém, em grandes quantidades pode causar diarreia", diz Patricia Bertolucci.
Mais: o produto pode ser utilizado com finalidades cosméticas, garantindo aporte de antioxidantes para pele e atuando como excelente hidratante. Comparado ao azeite de oliva extravirgem, ele também leva vantagem.
“O azeite não deve ser aquecido, pois isso faz com que a boa gordura se transforme em saturada, o que reduz seus benefícios. Já o óleo de coco pode ser utilizado para finalizar pratos quentes, já que é estável quando submetido a altas temperaturas. Entretanto, para preservar seus antioxidantes, recomenda-se que seja usado em preparações frias”, finaliza a especialista da Rede Mundo Verde.
http://saude.ig.com.br/
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Descobertas revolucionam conhecimento do cérebro
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atendimentos solidários no Céu Aberto Arte e Consciência, 25 de fev
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Planta luteolina reduz a inflamação associada à idade no cérebro levando a uma melhor saúde cognitiva
14. October 2010 01:49
Uma dieta rica em luteína composto vegetal reduz a inflamação relacionada à idade no cérebro e os déficits de memória relacionada diretamente inibindo a liberação de moléculas inflamatórias no cérebro, informam pesquisadores.
Luteolina (LOOT-ee-oh-lin) é encontrado em muitos vegetais, incluindo cenouras, pimentões, salsão, azeite, hortelã, alecrim e camomila.
O novo estudo, que analisou os efeitos da luteolina dieta em um modelo do rato do envelhecimento, aparece no Journal of Nutrition.
Os pesquisadores se concentraram em células da microglia, células imunitárias especializadas que residem no cérebro e medula espinhal. Infecções estimular microglia para produzir moléculas sinalizadoras, chamadas citocinas, que estimulam uma cascata de mudanças químicas no cérebro. Algumas destas moléculas sinalizadoras, as citocinas inflamatórias e induzem "comportamento doentio", a sonolência, perda de apetite, déficit de memória e os comportamentos depressivos que muitas vezes acompanham a doença.
Inflamação no cérebro também parece ser um fator chave para problemas de memória relacionada à idade, disse a universidade do Illinois animal ciências professor Rodney Johnson, que liderou o novo estudo. Johnson dirige a Divisão de Ciências da Nutrição, em Illinois.
"Nós encontramos anteriormente que durante o envelhecimento normal, as células da microglia tornou desregulado e começa a produzir níveis excessivos de citocinas inflamatórias," ele disse.
"Nós pensamos que este contribui para o envelhecimento cognitivo e é um fator predisponente para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas."
Johnson passou quase uma década estudando a propriedades anti-inflamatórias de nutrientes e diversos compostos bioativos de plantas, incluindo a luteolina. Estudos anteriores - pelo laboratório Johnson e outros - têm demonstrado que luteolina tem efeitos anti-inflamatórios no corpo. Este é o primeiro estudo a sugerir, no entanto, que luteolina melhora a saúde cognitiva, atuando diretamente sobre as células da microglia para reduzir a sua produção de citocinas inflamatórias no cérebro.
Os pesquisadores mostraram que as células da microglia que foram expostos a uma toxina bacteriana produzida citocinas inflamatórias que podem matar neurônios. Quando o microglia foram expostos a luteolina antes que encontrou a toxina, porém, os neurônios viveu.
"Os neurônios sobreviveram porque a luteolina inibe a produção de mediadores inflamatórios neurotóxicas", disse Johnson.
Expondo apenas os neurônios para luteolina antes do experimento não teve efeito sobre a sua sobrevivência, os investigadores encontraram.
"Isso demonstrou que a luteolina não está a proteger os neurônios diretamente", disse ele. "Ele está fazendo isso por afetar as células da microglia."
Os investigadores em seguida voltaram sua atenção para os efeitos da luteolina no cérebro eo comportamento de adultos (3 - a 6 meses de idade) e idosos (2 anos) camundongos. Os ratos foram alimentados com uma dieta controle ou dieta luteolina-completados por quatro semanas. Os pesquisadores avaliaram a sua memória espacial e os níveis medidos de marcadores inflamatórios no hipocampo, uma região do cérebro que é importante para a memória e percepção espacial.
Normalmente, os ratos idosos têm níveis mais altos de moléculas inflamatórias no hipocampo e estão mais comprometidos em testes de memória do que ratos adultos mais jovens. camundongos com idade a luteolina dieta suplementada, porém, se saíram melhor na tarefa de aprendizagem e memória do que seus pares, e os níveis de citocinas inflamatórias em seus cérebros eram mais semelhantes aos dos ratos adultos mais jovens.
"Quando nós desde que a luteolina ratos velhos na dieta reduziu a inflamação no cérebro e, ao mesmo tempo que restaurou a memória de trabalho com o que foi visto em coortes jovens", disse Johnson.
Estudos têm mostrado que os compostos vegetais, tais como luteolina pode entrar no cérebro, disse Johnson. "Acreditamos que os acessos luteolina alimentar o cérebro e reduz ou inibe a ativação de células da microglia e as citocinas inflamatórias que produzem. Este efeito anti-inflamatório é provavelmente o mecanismo que permite a sua memória de trabalho a ser restaurado ao que era em uma idade anterior".
"Estes dados sugerem que o consumo de uma dieta saudável tem o potencial para reduzir a inflamação associada à idade do cérebro, que pode resultar em melhor saúde cognitiva", disse ele.
Fonte: Universidade de Illinois em Urbana-Champaign
http://www.news-medical.net/news/20101014/33/Portuguese.aspx?page=2
domingo
neste sábado dia 13! estão convidados... venham!
13 de NOVEMBRO
A Cura vem pela Natureza
- A natureza e seus reinos: mineral, vegetal e animal
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Com Elisa Ortega Miluzzi
Terapeuta Ocupacional, pós-graduada em Saúde Mental,
Terapeuta Floral Alquimista (Sistema Joel Aleixo de Florais)
e Aromaterapeuta
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Av. Santa Isabel, n° 506 - Barão Geraldo
Valor: R$ 10,00
Horário: das 16:00h as 17:30h (Sábados)
terça-feira
Óleos Essenciais Cítricos
As frutas cítricas são muito conhecidas e apreciadas há milênios devido ao seu aroma agradável e sabor apetitoso. O óleo essencial destas frutas é obtido principalmente do sumo das cascas de seu fruto, mas pode ser também conseguido das flores (néroli), ou folhas (petitgrain). Entre as mais conhecidas nós temos as laranjas, os limões, limas, tangerinas, mandarinas e o grapefruit. Seus óleos essenciais possuem um vasto número de aplicações terapêuticas e industriais, e são muito importantes na economia mundial de derivados de cítricos. Os óleos cítricos possuem em sua maioria um efeito repelente e inseticida de muitos tipos de insetos. Uma pesquisa do Departamento de Bioquímica Aplicada da Universidade de Nnamdi Azikiwee em Awka, Nigéria, mostrou que o óleo essencial da laranja doce, foi o que apresentou o melhor efeito inseticida, e a barata, dentre os insetos estudados, foi o mais suscetível aos efeitos do óleo.
Um dos grandes segredos das propriedades terapêuticas dos óleos cítricos está no alto teor de monoterpenos que estes possuem. Monoterpenos são as menores moléculas que compõem os óleos essenciais, por este motivo penetram com extrema facilidade em todos os tecidos e células de nosso corpo e possuem uma poderosa ação solvente de lipídeos (gorduras). O monoterpeno presente em maior teor nestes óleos é o d-limoneno. Seu teor na laranja chega a 90%, no limão de 65-70%, na tangerina 70% e no grapefruit 95%. Várias pesquisas científicas revelaram ele ter propriedades anticancerígenas, solvente de cálculos e de entupimentos nas artérias. Sobre esta ação solvente, várias faculdades e laboratórios ao redor do mundo desenvolveram pesquisas sobre a capacidade do d-limoneno em dissolver cálculos de colesterol na vesícula. Num estudo dos Laboratórios de pesquisa Shionogi em Osaka, Japão, dentre os participantes com cálculos de vesícula, cerca de 48% eliminaram por completo as pedras e 14,5% tiveram dissolução parcial delas sem nenhum efeito colateral usando o d-limoneno. Esta ação do d-limoneno sobre o colesterol e gorduras nós já tivemos a oportunidade de observar em pessoas com fortes problemas de entupimento das veias e arteriosclerose.
O óleo essencial de limão possui dentre os cítricos uma mistura mais complexa de monoterpenos em sua composição que faz com que em alguns tipos de tratamento ele tenha uma ação ainda melhor que os óleos essenciais de laranja ou grapefruit. Além de 65% de d-limoneno, o limão também possui cerca de 10-20% de pinenos e mais ou menos 10% de gama-terpineno. Pesquisas japonesas revelaram que o gama-terpineno apresenta uma poderosa ação anti-oxidante capaz de inibir a oxidação do LDL (mau colesterol), impedindo assim que este acabe causando a arteriosclerose ou levando a pessoa a um infarto. Já o d-limoneno, age suprimindo a atividade da enzima hepática HMG-CoA reductase, um fator chave para a síntese do colesterol. Ele age também descongestionando o fígado, especialmente após a ingestão de grande quantidade de álcool e alimentos altamente gordurosos. A ação sinérgica de vários terpenos no limão, cria uma ação muito poderosa na desobstrução de vasos sanguíneos. O uso de apenas 3-5 gotas de 3-4 vezes ao dia por um período de 1-3 meses tem mostrado resultados excelentes geralmente sem efeitos colaterais. Os casos raros de alguma sensação desagradável foram de enjôos, corrigidos com a diminuição da dosagem, ou alguns sintomas de desintoxicação (como coceiras e dores de cabeça) que passam a desaparecer com 1-3 dias de uso constante. Através de exames de sangue foi possível observar melhoras notáveis nos níveis de LDL (mau colesterol), triglicérides e na desobstrução de vasos. Isto possibilita o uso do óleo essencial de limão como um auxiliar e complementador do tratamento médico tradicional, além de um agente preventivo nestes problemas.
Um outro potencial do d-limoneno é no auxílio ao tratamento e prevenção de alguns tipos de câncer, especialmente nas fases iniciais do desenvolvimento da doença. Os tipos de câncer observados onde mostrou melhores resultados são os de próstata, estômago, fígado, intestinos, pâncreas, mama, pulmão e nas leucemias. Mas como o d-limoneno age neste sentido? Segundo estudos do Hospital Universitário de St. Radbound, Holanda, o d-limoneno age aumentando a atividade de uma enzima desintoxicante de carcinógenos do corpo, a glutationa S-transferase (GST). Aumentando os níveis de atividade desta enzima, aumenta também a sua eficiência em desintoxicar o corpo de substâncias causadoras de câncer, o que acaba por contribuir na prevenção e tratamento desta doença. O d-limoneno também age induzindo a apoptose as células cancerosas e/ou inibindo o crescimento celular através da inibição da prenilação de proteínas associadas a este processo. Estudos da Universidade de Purdue nos EUA com ratos, demonstraram que a quimioterapia com o uso de monoterpenos como o d-limoneno resulta numa rediferenciação dos tumores malignos em um fenótipo mais benigno. Monoterpenos são agentes anti-tumor efetivos, não tóxicos para ingestão e que agem através de uma série de mecanismos de ação vindo portanto, a fazer parte de um amplo número de remédios naturais para o tratamento do câncer.
Estudos do Departamento de Oncologia da Universidade de Wisconsin-Madison nos EUA demonstrou que o d-limoneno apresentou uma ação preventiva na indução do câncer mamário tanto nos estágios de formação quanto de progressão da doença. Eles observaram que este monoterpeno também causou a completa regressão da maioria dos cânceres mamários em ratos quando ingerido e que agiu especialmente na rediferenciação dos tumores de malignos para benignos. Em pesquisas do Centro Médico de Osaka no Japão, observou-se que o d-limoneno age inibindo a proliferação de células cancerosas no pâncreas, mostrando um potencial muito útil no tratamento deste tipo de doença.
A Universidade Médica de Dalian, China, mostrou que o uso do d-limoneno no tratamento do câncer gástrico (BGC-823) apresenta excelentes resultados e que sua ação se deve a ele exercer uma ação citotóxica pela indução de apoptose destas células. Desta forma, como os óleos cítricos são a maior fonte natural de d-limoneno, eles podem ser utilizados como favoráveis recursos no tratamento de vários tipos de câncer. As dosagens consideradas para seres humanos nestes tratamentos vão de 1-5 ml diários. Outros monoterpenos e componentes presentes nos óleos cítricos apresentam uma ação semelhante e complementar à do d-limoneno.
Algumas pesquisas antigas sobre a ação em altas dosagens e a longo prazo do d-limoneno em ratos mostraram a capacidade de este ocasionar tumores e inflamações nos rins. Porém um considerável número de estudos de várias faculdades e centros de pesquisa internacionais indicou que a toxidade renal do d-limoneno resulta da acumulação de uma proteína (alfa 2u-globulina) nos túbulos lisossômicos proximais nos rins de ratos machos. Esta proteína é sintetizada exclusivamente por ratos adultos machos e não por seres humanos. O d-limoneno, portanto não possui nenhum risco nefrotóxico ou carcinogênico para seres humanos.
Muitas das propriedades terapêuticas atribuídas à terapia com o uso do suco de limão, se deve à presença destes monoterpenos. Muitas vezes seus resultados são confundidos com a acidez do suco, que na verdade só age na alcalinidade do aparelho digestivo e do sangue. O óleo essencial não possui acidez como o suco, ele possui sim, um teor dezenas de vezes mais concentrado destes monoterpenos e por isso, sua ação medicinal e curativa é muito mais rápida e poderosa.
Os óleos cítricos são também uma boa alternativa para perda de peso. O uso interno de 3-5 gotas 3 X ao dia de óleo essencial de laranja, limão, grapefruit ou uma mistura deles é o suficiente para se notar melhoras nas medidas com um período de 1-3 meses de uso. Estas mesmas dosagens servem para tratar pessoas que sofrem de gastrites e úlceras. Os óleos essenciais cítricos, ricos em d-limoneno, apresentaram ação gastropotetora em experimentos feitos com ratos no Instituto de Biociências da UNESP, São Paulo.
Sobre a ação psicológica dos óleos cítricos, cientistas do Departamento de Fisiologia da Universidade de Siena, Itália, estiveram estudando o efeito da inalação do óleo essencial de limão sobre o sistema nervoso de ratos. Eles puderam avaliar que o óleo age baixando o teor de corticosterona nos animais por uma ação direta na hipófise na produção de um hormônio estimulante das supra-renais, o ACTH. Estes hormônios estão associados ao estado de stress e sensação de dor e, uma menor produção significa uma maior capacidade de suportar a dor e uma diminuição dos estados de ansiedade. De forma semelhante estes efeitos foram notados por dentistas com o uso do óleo de laranja em salas de espera de seus consultórios. Os óleos de laranja, tangerina, mandarina e grapefruit, também estimulam a alegria e diminuem a depressão.
quinta-feira
Oração da Cura
quarta-feira
Oração à Primavera
Como o vento agitando a folhagem
Como a seiva acordando os brotos
Como as flores crescendo nas árvores.
O coração bate feliz
Como os pássaros chegando de viagem
Como o pólen voando no ar da tarde.
O corpo canta com a mudança
Como as promessas feitas na fogueira
Como a noite de estrelas próximas
Como a visão da luz dourada.
Ó primavera, eu a saúdo!
Que eu cresça na sua vibração
E brote e dê frutos
E oferte cores como as flores!
(Lori EagleEye - recebi de uma amiga por e-mail)
terça-feira
dia 23 de setembro, palestra do Joel em Campinas
sexta-feira
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Teoria Gaia
Nessa época, Lovelock não tinha idéia de como a Terra poderia regular sua temperatura e a composição de sua atmosfera; o que ele sabia é que os processos auto-reguladores tinham de envolver organismos na biosfera. Também não sabia quais eram os organismos que produziam quais gases. No entanto, ao mesmo tempo, a microbiologista norte-americana Lynn Margulis estava estudando os mesmos processos que Lovelock precisava entender - a produção e a remoção de gases por vários organismos, incluindo especialmente as miríades de bactérias presentes no solo da Terra. Margulis lembra-se de que continuava perguntando: "Por que todos concordam com o fato de que o oxigênio atmosférico ... provém da vida, mas ninguém fala sobre os outros gases atmosféricos que provêm da vida?" Logo depois, vários colegas dela recomendaram que conversasse com James Lovelock, o que levou a uma longa e proveitosa colaboração, a qual resultou na hipótese de Gaia plenamente científica.
Os backgrounds e áreas científicos em que eram peritos James Lovelock e Lynn Margulis converteram- se num perfeito casamento. Margulis não teve dificuldade em responder a Lovelock muitas perguntas a respeito das origens biológicas dos gases atmosféricos, ao passo que Lovelock contribuiu com concepções provenientes da química, da termodinâmica e da cibernética para a emergente teoria de Gaia. Desse modo, ambos os cientistas foram capazes de, gradualmente, identificar uma complexa rede de laços de realimentação, a qual - conforme propuseram como hipótese - criaria a auto-regulação do sistema planetário.
O aspecto de destaque desses laços de realimentação está no fato de que ligam conjuntamente sistemas vivos e não-vivos. Não podemos mais pensar nas rochas, nos animais e nas plantas como estando separados uns dos outros. A teoria de Gaia mostra que há um estreito entrosamento entre as partes vivas do planeta - plantas, microorganismos e animais - e suas partes não-vivas - rochas, oceanos e a atmosfera.
O ciclo do dióxido de carbono é uma boa ilustração desse ponto.~ Os vulcões da Terra têm vomitado enormes quantidades de dióxido de carbono (CO2) durante milhões de anos. Uma vez que o CO2 é um dos principais gases de estufa, Gaia precisa bombeá-lo para fora da atmosfera; caso contrário, ficaria quente demais para a vida. Plantas e animais reciclam grandes quantidades de CO2 e de oxigênio nos processos da fotossíntese, da respiração e da decomposição. No entanto, essas trocas estão sempre em equilíbrio e não afetam o nível de CO2 da atmosfera. De acordo com a teoria de Gaia, o excesso de dióxido de carbono na atmosfera é removido e reciclado por um enorme laço de realimentação, que envolve a erosão das rochas como um componente-chave. No processo da erosão das rochas, estas combinam-se com a água da chuva e com o dióxido de carbono para formar várias substâncias químicas denominadas carbonatos.
O CO2 é então retirado da atmosfera e retido em soluções líquidas. Esses processos são puramente químicos, não exigindo a participação da vida. No entanto, Lovelock e outros descobriram que a presença de bactérias no solo aumenta enormemente a taxa de erosão das rochas. Num certo sentido, essas bactérias do solo atuam como catalisadores do processo de erosão das rochas, e todo o ciclo do dióxido de carbono poderia ser visto como o equivalente biológico dos ciclos catalíticos estudados por Manfred Eigen.
Os carbonatos são então arrastados para o oceano, onde minúsculas algas, invisíveis a olho nu, os absorvem e os utilizam para fabricar primorosas conchas calcárias (de carbonato de cálcio). Desse modo, o CO2 que estava na atmosfera vai parar nas conchas dessas algas diminutas. Além disso, as algas oceânicas também absorvem o dióxido de carbono diretamente do ar. Quando as algas morrem, suas conchas se precipitam para o fundo do mar, onde formam compactos sedimentos de pedra calcária (outra forma do carbonato de cálcio). Devido ao seu enorme peso, os sedimentos de pedra calcária gradualmente afundam no manto da Terra e se fundem, podendo até mesmo desencadear os movimentos das placas tectônicas. Por fim, parte do CO2 contido nas rochas fundidas é novamente vomitado para fora por vulcões, e enviado para uma outra rodada do grande ciclo de Gaia. O ciclo todo - ligando vulcões à erosão das rochas, a bactérias do solo, a algas oceânicas, a sedimentos de pedra calcária e novamente a vulcões - atua como um gigantesco laço de realimentação, que contribui para a regulação da temperatura da Terra. Algas (coccolithophore) oceânicas com conchas calcárias. À medida que o Sol fica mais quente, a ação bacteriana no solo é estimulada, o que aumenta a taxa de erosão das rochas. ísso, por sua vez, bombeia mais CO2 para fora da atmosfera e, desse modo, esfria o planeta. De acordo com Lovelock e com Margulis,laços de realimentação semelhantes - interligando plantas e rochas, animais e gases atmosféricos, microorganismos e os oceanos - regulam o clima da Terra, a salinidade dos seus oceanos e outras importantes condições planetárias.
A teoria de Gaia olha para a vida de maneira sistêmica, reunindo geologia, microbiologia, química atmosférica e outras disciplinas cujos profissionais não estão acostumados a se comunicarem uns com os outros. Lovelock e Margulis desafiaram a visão convencional que encarava essas disciplinas como separadas, que afirmava que as forças da geologia estabelecem as condições para a vida na Terra e que as plantas e os animais eram meros passageiros que, por acaso, descobriram justamente as condições corretas para a sua evolução.
De acordo com a teoria de Gaia, a vida cria as condições para a sua própria existência.
Nas palavras de Lynn Margulis:Enunciada de maneira simples, a hipótese [de Gaia] afirma que a superfície da Terra, que sempre temos considerado o meio ambiente da vida, é na verdade parte da vida. A manta de ar - a troposfera - deveria ser considerada um sistema circulatório, produzido e sustentado pela vida. ... Quando os cientistas nos dizem que a vida se adapta a um meio ambiente essencialmente passivo de química, física e rochas, eles perpetuam uma visão seriamente distorcida. A vida, efetivamente, fabrica e modela e muda o meio ambiente ao qual se adapta. Em seguida, esse "meio ambiente" realimenta a vida que está mudando e atuando e crescendo nele. Há interações cíclicas constantes.
(texto inspirado no Livro: A teia da vida de Fritjot Capra)
Desiderata
segue um texto que pode ser útil ler em alguns momentos de nossas vidas
Desiderata
"Siga tranqüilamente
lembrando-se de que há sempre paz no silêncio.
têm sua própria história. Evite as pessoas agressivas e transtornadas, elas afligem o nosso espírito. Se você se comparar com os outros você se tornará presunçoso e magoado. Pois, haverá sempre alguém inferior e
Você merece estar aqui,
e mesmo se você não pode perceber,
a Terra e o Universo vão cumprindo o seu destino.
Mantenha-se interessado em seu trabalho, ainda que humilde ele é o que de real existe ao longo de todo o tempo.
Seja cauteloso nos negócios, porque o mundo está cheio de astúcias. Mas não caia na descrença, a virtude existirá sempre.
Muita gente luta por altos ideais e em toda parte a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo
Principalmente não simule afeição
E não seja descrente do amor
Porque mesmo diante de tanta aridez e desencanto
Ele é tão perene como a relva.
Aceite, com carinho, o conselho dos mais velhos
Mas também seja compreensivo aos impulsos inovadores da juventude.
Alimente a força do espírito que o protegerá no infortúnio inesperado, mas não se desespere com perigos imaginários:
muitos temores nascem do cansaço e da solidão.
E a despeito de uma disciplina rigorosa
Seja gentil para consigo mesmo
Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores,
você merece estar aqui
Portanto esteja em Paz com Deus
Como quer que você o conceda
E quaisquer que seja seus trabalhos e aspirações
Na fatigante jornada pela vida
Mantenha-se em paz com sua própria alma
Acima da falsidade dos desencantos e agruras
O mundo ainda é bonito
Seja Prudente
Faça tudo para Ser Feliz
Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores,
você merece estar aqui ".









